quarta-feira, 23 de setembro de 2020

É Primavera!!!


 

É Primavera!!!

E, para darmos as boas-vindas à estação mais florida e colorida do ano, a nossa estudante do curso de Ciências Biológicas e poetiza, Camila Fernandes Vieira, também fez um lindo poema para marcar a data:

."A primavera é a estação florida

É quando os campos se enchem de vida

É quando, enfim, retorna o amor

Da flor com o beija-flor.

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A primavera é reconstrução

As flores se erguem do broto ao botão

Os secos galhos retornam verdes e floridos

Oh, primavera contigo tudo é mais bonito.

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Sucede o inverno

Antecede o verão

Quão linda tu és, a mais bela estação".

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Primavere-se!



 


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

 



Em homenagem ao Dia da Árvore, celebrado hoje (21/9), a nossa estudante do curso de Ciências Biológicas e poetiza, Camila Fernandes Vieira, fez um belíssimo poema:
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"As devemos plantar
Devemos cuidar
Esperar florescer
Os frutos colher
Devemos respirar
O ar que tu nos dá
E todo dia agradecer
Por a este planeta a pertencer
E se encantar com as aves a cantar".
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🌳🍃🍃
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A data, escolhida por estar próxima ao início da primavera, vem para conscientizar a todos a respeito da preservação deste bem tãão valioso.
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Feliz dia! 🍀
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#unifeso
#diadaárvore


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Estudante de Ciências Biológicas realiza trabalho no Parnaso com espécies de primatas ameaçadas de extinção




Paulo Rodrigo Dias, estudante de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), realiza, há mais de um ano, o levantamento de primatas ameaçados de extinção que vivem nas áreas de visitação turística do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso). O estudante começou a trabalhar voluntariamente no Parque, em março de 2019, mas hoje é bolsista PIBIC/ICMBio. Atualmente estão mapeadas três espécies na região: mico-leão-dourado, sagui –da-serra-escuro e muriqui-do-sul, e o estudante tem focado seus estudos neste último grupo. “Acompanho uma população de muriquis-do-sul no Complexo do Dedo de Deus, área que abrange as trilhas do Dedo de Deus, da Cabeça de Peixe, do Dedinho de Nossa Senhora e do Escalavrado. O muriqui é o maior primata neotropical, ou seja, o maior das Américas, e sua ocorrência em áreas de visitação pode sofrer impactos. A ideia é desenvolver um turismo consciente e que gere renda para as comunidades locais”, explica Paulo. O trabalho de monitoramento da espécie tem como objetivos entender, em detalhes, os efeitos negativos que o turismo pode ou não causar na espécie, como, por exemplo, as doenças que podem ser transmitidas entre os animais e os humanos; estimar a população de muriquis no Parnaso; além de realizar estudos alimentares. Paulo conta que ficou maravilhado com o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) desde o primeiro contato, tanto por causa do tamanho como por seu comportamento. “Conversei com meu orientador e ele me perguntou se eu teria vontade e disposição de trabalhar com essa espécie no Parnaso, disposição porque essa espécie vive em lugares de acessos bem difíceis, como é o caso a trilha do Dedo de Deus e da Cabeça de Peixe”, destaca. Paulo irá se formar no fim deste ano e revela que tem planos de fazer um mestrado, seguindo a linha do trabalho realizado com os muriquis do Parnaso. “Pretendo continuar por conta da afinidade com o estudo da espécie e por ter que fazer trabalhos de campo, onde gosto muito de estar”, conta o estudante.

Por Juliana Lila 


Reprodução: Comunicação Unifeso 

Artigo de egresso do Unifeso está entre os mais baixados da Ecological Entomology

 

O biólogo e pesquisador Raul Marques Pisno, graduado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) e doutorando em Entomologia na Universidade Federal de Viçosa (UFV), conquistou um grande feito: teve seu artigo entre os mais baixados na revista Ecological Entomology, em 2019. “Eu me formei em Ciências Biológicas em 2013. Sem o incentivo dos professores do curso e do coordenador Carlos Alfredo Cardoso, não estaria onde estou hoje”, nota Raul. Intitulado “Termitariophily: expanding the concept of termitophily in a physogastric rove beetle (Coleoptera: Staphylinidae)”, o artigo está entre os mais baixados no ano de 2019, na revista que reúne pesquisas originais de alta qualidade sobre a ecologia de insetos e taxa de invertebrados relacionados, que sejam de considerável interesse para a ampla comunidade de ecologistas motivados pela teoria ecológica ou evolutiva (confira aqui (https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/een.12709). O trabalho é fruto da dissertação de mestrado em Entomologia de Raul, sob a orientação do professor Og DeSouza, em colaboração com os pesquisadores José Eduardo Serrão, José Lino Neto e Karen Andrea Salazar Niño. Ele foca em um besouro da família Staphylinidae, que habita cupinzeiros arbóreos de Constrictotermes cyphergaster, típicos da região do Cerrado. Esse besouro é facilmente confundido com os cupins-hospedeiros graças ao mimetismo alcançado por uma hipertrofia do seu abdômen. “Basicamente o objetivo da minha pesquisa de mestrado foi mostrar que fatores abióticos influenciaram a evolução de relações interespecíficas em cupinzeiros”, conta Raul. Atualmente, o egresso do Unifeso leciona as disciplinas Entomologia Básica na UFV para os cursos de Agronomia, Biologia e Engenharia Florestal. Saiba mais: Biólogo, formado em 2013 pelo Unifeso, ingressa em doutorado (http://www.unifeso.edu.br/noticia/biologo,-formado-em-2013-pelo-unifeso,-ingressa-emdoutorado).

Por Giovana Campos

Reprodução: Comunicação Unifeso

Animais de Laboratório é área de mestrado de egressa do curso de Ciências Biológicas

 

Formada em 2017 na modalidade licenciatura, e em 2018 bacharelado, pelo curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos, Natália Lopes deu continuidade aos seus estudos e alavanca a sua carreira apostando na área da pesquisa. Ela está cursando o Mestrado Profissional em Ciências em Animais de Laboratório pelo Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz). Natália sempre foi ligada à educação e, desde o início da faculdade, pretendia seguir como professora. “Por mais que eu tivesse certeza da minha área, quis experimentar algo novo e foi então que participei do Curso de Atualização em Ciências em Animais de Laboratório, em 2018. Fiquei um mês tendo a oportunidade de realizar uma visita técnica e acompanhar os procedimentos cotidianos na Primatologia do ICTB junto com o curso. A teoria unida à prática é fundamental para a construção do conhecimento”, afirma a bióloga. Segundo ela, a experimentação animal ainda passa por inúmeros ataques ativistas e preconceitos pela falta de conhecimento. “Inclusive, eu mesma não concordava com a Experimentação Animal, justamente porque eu não conhecia. Hoje a minha visão é completamente diferente! E o meu maior objetivo é contribuir para que este conhecimento atinja mais pessoas!”, defende Natália. “O nome da minha turma de formandos do Unifeso era Metamorfose, e, como parte dela, permito-me transformar e também me reinventar!”, relembra. Ela conta que sempre teve vontade de chegar ao mestrado e muita curiosidade sobre o que envolve as pesquisas científicas. Durante a graduação, foi monitora da disciplina "Didática e Práticas Pedagógicas", aluna do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e realizou trabalhos junto à Feira de Ciências da Sala Verde do Unifeso. “O Unifeso sempre me incentivou, e gostaria de dedicar parte desta conquista ao meu grande amigo e ex-coordenador, o professor Carlos Alfredo, pois ele sempre me apoiou e é um grande exemplo para mim”, elogiou a egressa. 

Por Giovana Campos.

Reprodução: Comunicação Unifeso

Doutorado em Biodiversidade e Saúde: egressa do Unifeso foca em pesquisas na Fiocruz

 Quem acompanha as notícias do Unifeso já deve ter ouvido falar de Marina Lopes Duarte, egressa de Ciências Biológicas que se formou pela Instituição em 2014. E, mais uma vez, ela vem ser motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica do centro universitário por se destacar na área de pesquisa. Nem o conturbado ano de 2020 freou os sonhos da jovem, que segue em frente com sua qualificação e investe agora em seu doutorado, no curso de Biodiversidade e Saúde, com foco em Taxonomia e Sistemática de dípteros muscoides (moscas) de interesse médico-sanitário e forense, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).A área engloba saúde e meio ambiente ao mesmo tempo. Segundo Marina, “muitas vezes podemos achar que uma situação não está relacionada com a outra, porém, na natureza, da qual nós fazemos parte, tudo e todas as ações tomadas estão relacionadas, ocasionando resultados positivos ou negativos futuros. Compreender este processo é fundamental, ainda mais na situação atual – e posterior - de Pandemia”. Ela defende que a Fiocruz, como uma instituição extremamente competente, procura sempre relacionar outros fatores, como aspectos sociais e ecológicos/ambientais e como eles podem influenciar na saúde de modo geral.Seu interesse pela pesquisa já era fomentado quando estava no Unifeso. Ela conta que sempre se interessou por insetos de forma geral e, no começo da graduação, teve a oportunidade, junto aos professores Leandro Costa, Paulo Fedulo e Carlos Alfredo Cardoso e ao egresso Raul Pisno, de realizar um levantamento da entomofauna do campus Quinta do Paraíso, intitulado “Diversidade de Artrópodes no Campus Quinta do Paraíso e sua relação com o índice pluviométrico”. O trabalho foi apresentado no Simpósio Latino-Americano de Coleções Biológicas e Biodiversidade: Conhecimento e Gestão, organizado pela Fiocruz, na cidade de Teresópolis.


 A área que Marina optou no mestrado (saiba mais aqui (https://www.unifeso.edu.br/noticia/egressa-de-ciencias-biologicas-conclui-mestrado-nafiocruz)) é a mesma que está atuando agora no doutorado e, apesar de não serem os mesmo objetivos do projeto do qual participou em sua graduação, segundo ela, ambos apresentam em comum o estudo e a importância dos insetos no meio ambiente que nos rodeia, e como a presença ou ausência destes pode influenciar tanto em aspectos ecológicos, quanto na saúde. “O Unifeso me permitiu meus primeiros contatos com a pesquisa e com o meio acadêmico, além também de eventos internos da faculdade, como simpósios e encontros, nos quais os alunos têm a oportunidade de presenciarem e viverem a experiência acadêmica. Tudo através de professores extremamente capacitados, inclusive alguns deles de dentro de instituições como a Fiocruz, e de diversos eventos”, observa a bióloga. 

Por Giovana Campos

Reprodução: Comunicação Unifeso

Egressa de Ciências Biológicas entra para o Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação da UFRJ



Bárbara Dias, egressa do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), trabalha como Educadora Ambiental desde a sua formação, em 2012, seja através de instituições ambientais ou através da Arte, que é seu principal instrumento para desenvolver esses trabalhos. Recentemente, ela foi aprovada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Conservação (PPG CiAC) do Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (NUPEM) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), localizado no município de Macaé, no Rio de Janeiro. Ela conta que escolheu o programa por ter tido contato com um dos professores da universidade que desenvolve pesquisas na área da Educação Ambiental, através de recursos audiovisuais, investigando também a área do Cinema Ambiental e tendo o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba como base para pesquisa. “Já comecei a trabalhar na dissertação. Fui orientada a sempre escrever, todo dia um pouco, assim a pesquisa se torna cada vez mais orgânica e facilita um pouquinho o processo nessa jornada, que será de muito trabalho”, afirma Bárbara. A egressa acredita que sua atuação artística contribuirá bastante para o mestrado. “Nesse programa de mestrado a interdisciplinaridade é muito valorizada, e acredito que vá abrir ainda muitos caminhos possíveis. Não sei ao certo onde estarei futuramente, mas pretendo continuar atuando como Educadora Ambiental e, agora, como pesquisadora acadêmica da área”, destaca. Bárbara conta que, desde o tempo de estudante no Unifeso, vislumbrava chegar ao mestrado. “Demorei um tempinho porque a vida nos conduz a muitos caminhos, mas nunca deixei de visualizar essa possibilidade. O Unifeso foi importante para essa decisão, com incentivo, principalmente, do coordenador do curso de Ciências Biológicas da época, professor Carlos Alfredo Cardoso, além de outros professores tão queridos e amigos até hoje”, conclui a egressa. 

Por Juliana Lila e Giovana Campos 

Reprodução: Comunicação Unifeso

Mestrado de egresso do Unifeso envolve pesquisa no Parque Municipal Montanhas

           




O mês de setembro está chegando e com ele vem uma importante fase para a vida, a profissão e os estudos do biólogo Vitor Guniel Cunha, formado em 2018 pelo curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso). Ele vai iniciar os trabalhos de campo em um projeto que está desenvolvendo no Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis, unidade conservação municipal. Seu trabalho consiste em desenvolver um inventário de mamíferos de médio e grande portes para a região, com o objetivo de auxiliar a gestão do Parque Municipal e também compreender quais espécies da fauna que o parque protege, entendendo também se pressões como caça e desmatamento estão influenciando a dinâmica desses animais. Ele já tem feito reconhecimento de campo e mapeando a área. “Eu vou até o local que determino para fazer a coleta de dados para a pesquisa, e identifico potenciais trilhas ou caminhos que eu possa percorrer seguindo a minha metodologia de pesquisa, que é a transecção linear. Nessas trilhas eu faço a instalação de armadilhas fotográficas”, detalha. O projeto faz parte do seu curso de Mestrado Profissional em Biodiversidade em Unidade de Conservação, pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, na área básica de Ecologia Aplicada e Biodiversidade. “Escolhi essa área pois me interesso em compreender o funcionamento do ambiente, principalmente os mamíferos de médio e grande portes. O foco do programa nas Unidades de Conservação me chamou a atenção, pois sempre estive envolvido durante a graduação no PARNASO, o que me sempre me despertou o interesse pelo tema. O ambiente natural é a nossa maior riqueza, compreender suas dinâmicas nos direciona para uma melhor gestão do ambiente e também uma melhor qualidade de vida para a biodiversidade e também para a nossa sociedade. E acrescento, o curso de Ciências Biológicas foi e é fundamental para a formação de profissionais capacitados para atuar neste ramo”, revela o egresso do Unifeso. Quando estava na graduação, ele se dedicou ao programa de iniciação cientifica pelo ICMBio no Parque Nacional Serra dos Órgãos, e desenvolveu pesquisas, com primatas e educação ambiental nas comunidades do entorno da unidade de conservação. Ele conta que foi no última ano da graduação que surgiu a vontade de cursar o mestrado. “Os professores da instituição sempre me incentivaram em continuar na pós-graduação, principalmente o coordenador do curso, o professor Carlos Alfredo Franco Cardoso. “sinto-me muito confortável em mencionar e agradecer a nomes como Alcides Pissinatti, Alexandre Magno, Liane Pitombo e Luiz Paulo Fedullo, que me incentivaram e inspiraram para seguir em frente na pós graduação”, ressalta o pesquisador, que pensa seguir carreira como professor universitário e como gestor de órgãos ambientais. 

Por Giovana Campos

Reprodução: Comunicação Unifeso

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Egresso de Ciências Biológicas conclui doutorado em Ciências

                          O egresso do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), Luiz Philippe Sergio, concluiu o seu doutorado em Ciências pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). "A escolha pela Biologia já estava clara enquanto eu cursava o ensino médio e participava de diversos projetos. As diferentes áreas de formação, o dinamismo nas atividades e o vasto conhecimento tornaram a Biologia um curso extremamente importante e atraente para mim. Quando compreendi toda a diversidade e a sua relevância, me encontrei, e o Unifeso foi fundamental para eu continuar neste caminho”, disse. Segundo ele, para definir a área que iria seguir, durante e após a graduação, não foi uma tarefa fácil, mas contou com o apoio de docentes capacitados para ministrar as especializações e do coordenador do curso, professor Carlos Alfredo Cardoso. “Os laboratórios bem equipados me permitiram o estudo de diferentes disciplinas e, através da iniciação científica, conheci um foco de possibilidades. Sem dúvidas, colho os frutos de sementes plantadas ao longo desses quatro anos de formação plena no Unifeso", afirmou. 

Por Giovana Campos.




Reprodução: Comunicação Unifeso

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