sábado, 19 de agosto de 2017

BICENTENÁRIO DE VON MARTIUS -



                 Na sexta-feira dia 18 de agosto estudantes de biologia acompanhados pela profa. Ana Lúcia Costa Ribeiro (que participou do apoio cultural), do Coordenador do Curso Carlos Alfredo e da profa. Maria Helena Carvalho da Silva, estiveram na sede Guapimirim do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde se localiza o Museu Von Martius, para as comemorações do bicentenário da chegada ao Brasil de Carl Friedrich Philipp von Marthius (Erlanger, Alemanha, 1794 – Munique, Alemanha, 1868) e do zoólogo  Johann Baptist von Spix (1781-1826). Além das homenagens foram apresentadas músicas da época pela Escola de Música da UFRJ.

                Os naturalistas Integravam a missão científica enviada ao Brasil pelos governos bávaro e austríaco. Eles vieram para o Brasil acompanhando a imperatriz Leopoldina na ocasião de seu casamento com D.Pedro I. Martius permaneceu no país entre 1817 e 1820, percorreram várias regiões do Brasil, iniciando pelo Rio de Janeiro, onde fez a seguinte descrição:

             “Embora eu tenha visto em outras partes do Brasil muitas e variadas florestas primitivas, nenhuma me pareceu mais bela e mais amena do que aquelas que, perto da cidade do Rio de Janeiro e recobrindo as encostas dos montes, recebem o nome de Serra do Mar [Serra dos Órgãos](...) Estas florestas me agradaram muito mais que as outras e ficaram para sempre gravadas no meu espírito, não só porque fossem primitivas e, com isso, um presente para os meus olhos espantados, mas na verdade porque excedem em beleza e suavidade.”

          Seguindo a viagem Martius passou com a por São Paulo, Minas Gerais, Góis, Bahia, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas, onde exploraram a bacia amazônica. Foram cerca de 10.000 Km percorridos pelos naturalistas que descreveram e coletaram um número grande de informações a respeito da flora e fauna do Brasil, além das tradições populares que encontraram ao longo do trajeto.

                O resultado foi à publicação da "Flora Brasiliensis" que foi publicada em 1840 e concluída em 1906, vários anos depois da morte de Martius. A publicação contém 40 volumes foi produzida entre 1840 e 1906 por Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban, com a participação de  especialistas de vários países. A obra pode ser consultada na internet no endereço http://florabrasiliensis.cria.org.br/index
        
             Von Martius permaneceu no país entre 1817 e 1820 e ao voltar à Alemanha lecionou botânica na Universidade de Berlim e foi diretor do jardim botânico de Munique.

         

domingo, 13 de agosto de 2017

BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO

           Na sexta-feira dia 11 de agosto recebemos a visita da estudante Julia Silva Seixas,  que cursa  Ciências Biológicas na Universidade de Pen State, no Estado da Pensilvânia, EUA. Na palestra foi apresentada o trabalho desenvolvido pela estudante na universidade, na área de biologia de conservação. A estudante também comentou sobre o currículo de graduação e pós graduação nos Estados Unidos, na área de ciências.
            



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

RECUPERAÇÃO DE AVES DE RAPINA








                     
               No dia 04 de agosto os estudantes receberam a visita do Dr. Bruno Silveira (ABFPAR – Associação Brasileira de Falcoeiros e Preservação de Aves de Rapina), para apresentar como são realizadas as atividades de recuperação das aves de rapina. A palestra foi acompanhada com atenção de todos os presentes.  Inicialmente diferenciou as aves formadas pelas ordens:
a) Accipitriformes (águias e gaviões), b) Falconiformes (falcões e carcarás),
c) Cathartiformes (urubus e condores) e d) Strigiformes (corujas).
                    Após a diferenciação das ordens ele explicou como são realizadas as recuperações dessas aves desde a recuperação das penas das asas até o treinamento para soltura na natureza.      





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

OS TENTILHÕES DE DARWIN





                    O Café Científico Especial trouxe ao Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) um conceituado pesquisador do Departamento de Biologia da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA), o Dr. Jeff Podos, para falar sobre “Os tentilhões de Darwin” (diferentes espécies de pássaros que vivem na Ilhas Galápagos). O encontro aconteceu no dia 2 de agosto, no Campus Antonio Paulo Capanema de Souza, no Alto, “com o objetivo de aproximar os estudantes de Ciências Biológicas e a comunidade das ideias darwinistas”, explicou o professor Carlos Alfredo Franco Cardoso, coordenador do curso.
             Segundo o pesquisador, ele atua com pesquisas de comportamento animal e biologia evolutiva, com foco particular na comunicação animal. “Vim dividir um pouco da minha experiência na observação de tentilhões em Galápagos”.
Fonte:Gerencia de Comunicação - UNIFESO

terça-feira, 1 de agosto de 2017

GRUPO DE HISTÓRIA DA BIOLOGIA


                       No dia 28 de julho foi realizada mais um encontro do Grupo de História da Biologia no Campus Quinta do Paraíso, sob a orientação da porfa. Ana Lúcia. No encontro os estudantes apresentaram os seguintes trabalhos: Lucas Cunha - Histórica Polêmica da Ciência,  Tayane Pereira - O Abieiro: uma  árvore brasileira e o Pablo Rapahel Vieira Fernandes- A subjetividade na evolução.

   









quinta-feira, 13 de julho de 2017



Futuros biólogos do UNIFESO realizam atividades práticas na Ilha Grande   
publicado em: 04/07/17




        Ilha Grande, em Angra dos Reis (RJ), foi o destino escolhido para o trabalho de campo realizado por um grupo de treze estudantes do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) nos dias 24 e 25 de junho. 
        Acompanhados pelos professores Alexandre Braga e Liane Pitombo, os acadêmicos vivenciaram na prática atividades desenvolvidas pela disciplina de Biologia Marinha e Ecologia, e ainda visitaram a fazenda de maricultura produtora de Vieira (Nodipecten nodosus), onde puderam acompanhar as diversas etapas do cultivo desse molusco. O grupo visitou também o projeto de piscicultura do peixe Bijupirá (Rachycentron canadum) e acompanhou todo o processo de produção. 
“Os objetivos da atividade foram vários e incluíram a visualização de espécies marinhas animais e vegetais na natureza, incluindo os ambientes de transição, interação e vivência em ecossistemas costeiros como manguezais, praias e costões rochosos. Teve ainda aula prática no campo sobre aves marinhas, vegetação de transição continente/praia e mangue, tipos de sedimentos e composição de substratos, aspectos geológicos e geográficos da formação de baías, praias e ilhas, oficina teórico/prática em fazenda marinha de cultivo de moluscos bivalves e peixes, além da visita ao Parque Natural de Abraão, entre outros”, contou a professora Liane. 
“Tudo ocorreu de forma maravilhosa, mergulhamos em águas claras e vimos de perto tantas espécies de peixes, como se estivéssemos em um paraíso. Pudemos unir os conhecimentos de Biologia Marinha e Ecologia ao lado de duas ‘enciclopédias’, que são os nossos professores Alexandre e Liane”, avaliou a estudante Renata Lopes.
FONTE:GERENCIA DE COMUNICAÇÃO - UNFESO